• Caio Lisboa de Souza

OPINIÃO RUBRO-NEGRA: Flamengo empata com o Grêmio por culpa do Renato Gaúcho, mental e taticamente

Time tinha tudo para abrir o placar e conseguir somar os importantes 3 pontos, mas Renato retrancou o time, sacando um ponta de velocidade para colocar um volante com carência criativa.



O time iniciou a partida de uma forma péssima, não havia ligação nenhuma com o setor de ataque, e a bola era mais recuada para o Hugo do que enfiada para os pontas. Achei uma partida muito fraca por parte do Diego, travando contra-ataques e buscando apenas passes laterais. Outro que deixou a desejar na primeira etapa (e na segunda também) foi o Rodinei, não conseguindo ganhar nenhuma dividida pela lateral.


O time teve um primeiro tempo tão fraco ofensivamente, que a primeira finalização saiu após os 30 minutos jogados, em uma cobrança de falta que não chegou nem ao gol, parando na barreira gremista. O zero a zero ficou barato.


Logo no início da segunda etapa o Flamengo ficou com um a mais em campo. Com a entrada de Arrascaeta e o primeiro gol de Vitinho, tudo tendia a ficar mais calmo. Principalmente após o segundo gol de Vitinho.


Com o Grêmio marcando um gol, em falha defensiva de Rodinei, que estava bebendo água, o Flamengo precisava buscar o gol, para ficar novamente tranquilo no placar. No entanto, Renato tira Vitinho, que tinha acabado de entrar de vez na partida, para colocar Piris da Motta, que convenhamos, não é nem um pouco ofensivo.


Resultado? Pressão gremista, e novamente pelo lado direito da defesa rubro-negra, saiu o segundo gol tricolor. A partir daí, foram 10 sofríveis minutos de um futebol sem tática alguma, onde ambas as equipes se aproximaram de um terceiro gol, mas não passaram de suspiros por parte dos torcedores em casa.


Agora, ao meu ver, já não há mais possibilidades de ganhar o Campeonato Brasileiro. Não por desconfiança do potencial rubro-negro, mas pela agenda do Atlético Mineiro na competição. Por isso, a conquista da Libertadores é mais que obrigação.


SRN,

Caio Lisboa de Souza.